quinta-feira, agosto 07, 2008

ADEUS

photo by débora samagaio




esse rasgado ruído que escutas

não é o movimento mortal da adaga.


é o meu grito dilacerante,

epitáfio da vida que decepas!

28 Comments:

Blogger Artur Moura Queirós said...

A consciência tranquila é a almofada que acolhe o fruto do decepar, num sono estremunhado.

Entre a forma e a essência vive o sono dos justos...:)

2:43 da tarde  
Blogger mariazinha said...

A morte é a curva da estrada,
Morrer é só não ser visto.


Lembrei-me destas palavras do Pessoa...

Espero que estejas melhor, cheio de vida como te é habitual.

Beijo grande*

2:44 da tarde  
Blogger Mia said...

tira o tempo necessario para respirar.para serenar o coração, a alma. tira o tempo necessario para seres. para ouvires.para sentires. e respira. acerta a cadencia do coração pela tua respiração à medida que esta se aprofunda, se apazigua, se aquieta.
tudo ficará bem...

beijo.terno

5:48 da tarde  
Blogger RESSACA ® said...

Pedindo antecipadas desculpas pela “invasão” e alguma usurpação de espaço, gostaríamos de deixar o convite para uma visita a este Espaço que irá agitar as águas da Passividade Portuguesa...

9:33 da tarde  
Blogger Ana Caridade said...

Algo aconteceu...
Espero que estejas bem.
Estou por aqui se precisares de algo.
Beijinho

1:09 da manhã  
Blogger Ashia said...

Dejo mi huella por este blog, usare traductor... besos desde Argentina

3:10 da manhã  
Blogger Ana Caridade said...

O segredo está na aceitação... e na consciência de que se faz o melhor naquele Momento!

Tudo o resto faz parte da Vida!

Tudo é aprendizagem!

12:16 da tarde  
Blogger Pedr0 said...

A consciência da efemeridade da vida, e da fragilidade da condição humana são as chaves para a libertação do inner self, quando algo de 'errado' acontece...

9:45 da tarde  
Blogger Márcia(clarinha) said...

Puxa fundo o ar que lhe queimará o pulmão para vida.

Saudades de você meu amado poetamigo, rodamos no tempo mas acabamos por voltar, que bom.

lindos dias
beijos

9:57 da tarde  
Anonymous ashia said...

Joaquim obrigado por passar pelo meu blog, eu estou usando um tradutor, como eu faço com os poemas.
Beautiful seu site, passam por seus outros blogs, também.
Você comando um grande abraço da Argentina.

11:56 da tarde  
Blogger SAM said...

Contudente, amigo Amândio.


Estava saudosa...

Beijos

1:20 da manhã  
Blogger Jorge Cardoso said...

que dizer? Não há espaço para palavras! Apenas o onbro apoia o desabafo das mágoas, do desencanto. segurando o muro que parece cair para querer cobrir!

só peço que o sorriso retorne à sua face...

Grande Abraço...

10:37 da manhã  
Blogger Tomáz said...

E que epitáfio. Parabéns. Abraços.

5:21 da tarde  
Blogger Filipa Epifânio said...

Finalmente, o regresso :)

9:05 da tarde  
Blogger N. said...

não é o movimento Mortal, mas creio que a dor seja muito semelhante...

será?

5:49 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

As palavras são adagas na boca ou na mão de quem sabe lidar com elas, por isso os poetas podem matar, mas você Amandio só nos mata de alegria ou de prazer...
bjssssssssssss

5:52 da tarde  
Blogger fgiucich said...

Texto y foto: impecables. Abrazos

1:46 da tarde  
Blogger (Un)Hapiness said...

pk q o adeus existe sempre?

4:20 da tarde  
Blogger Nelita said...

Não sei porque... mas sinceramente..não gostei deste post... mera impresão? gostava de resposta... bjito amigo meu

10:50 da tarde  
Blogger hfm said...

Belíssimo!

9:24 da tarde  
Blogger SAM said...

Beijos com carinho e admiração.

5:42 da manhã  
Blogger Flavinha said...

Ainda mais doloroso é quando o decepar é lento, arrastando-se em agonia...

Muito belo teu poema.

Beijo, moço.

3:19 da tarde  
Blogger Paulo T Pires said...

poeticamente violento... doloroso?
PTP

12:53 da tarde  
Blogger Betty Branco Martins said...

.querido Joaquim







.cheguei!!!_______das minhas férias:)


obrigada pela visita.e pelo carinho da leitura.e.da.palavra


.agora é só mesmo um___olá!
volto mais tarde para ler e comentar








beijO_____C_____carinhO

8:07 da tarde  
Blogger A.J.Faria said...

Olá, Joaquim!
Venho deixar-te um grande abraço, e desejar-te tudo de bom!

11:25 da tarde  
Blogger a.m said...

Quantas vezes os sons que ouvimos os transformamos naquilo que queremos. mentiras da alma.

bj

10:06 da tarde  
Blogger fgiucich said...

Excelente poema; hermosa fotografía. Abrazos.

11:37 da manhã  
Blogger Ana Rita said...

Conjecturo todas as sentenças que amanham o meu sentir, este que transborda a evidente palavra Adeus, que se esgadanha o hibridismo, naquele bafo, neste tempo.
Procuro o Absurdo na clareza dos meus Prantos, cursando o labirinto de um poema assente em promessas tão cheias, tão brandas, tão lancinantes e impotentes.

*

7:14 da tarde  

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